Laticínio Mococa descarta água quente em vias públicas

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Descarte ocorre pelas manhãs. Empresa culpa má qualidade de adutoras, responsabilidade da prefeitura, que teria se negado a agir.

Risco. A empresa Mococa S.A descarta água destilada quente no meio-fio da rua capitão Emílio de Toledo, a mesma rua onde, apesar do risco e de proibição por placas, caminhões servindo à empresa estacionam. 🔥

O descarte ocorre no período da manhã, em um anexo da fábrica que já gera problemas por tapar a visibilidade da Praça Imaculada Conceição, tornando aquele lugar propício à criminalidade noturna. O vapor indica temperatura próxima de 100ºC, trazendo risco de queimaduras aos pedestres que, nesse horário, constituem especialmente alunos das ETEC’s. Também é possível observar, um pouco mais abaixo, na rua Prudente de Moraes, é possível observar um líquido branco, por vezes mal-cheiroso, saindo pelo meio-fio.

👉🏻Questionada, a empresa culpa a Prefeitura. Segundo uma das dirigentes, houve a necessidade de desviar água pluvial e de limpeza pela calçada porque “as adutoras da prefeitura estão todas detonadas por baixo”. O departamento de obras, porém, teria se recusado a consertar o problema, alegando falta de recursos. Os afundamentos do oturo lado da rua, onde os caminhões estacionam, seria justamente ocasionado por um afundamento das galerias pluviais. Ela acrescenta que a Metalúrgica Mococa também realiza desvio semelhante.

📋Há, ainda segundo o laticínio, uma proposta em desenvolvimento para uma parceria com a prefeitura. O objetivo é doar esta água – “sem minerais, melhor do que uma água potável” – para a lavagem de vias e próprios públicos, bem como para irrigação.

🚧A rua também enfrenta o problema da passagem constante de empilhadeiras entre a empresa, instalada em bairro residencial, e o depósito.

📧Contactada por e-mail, a prefeitura ainda não se manifestou.

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