Município é o mais afetado por queda sistêmica na ida de pessoas aos postos de saúde

Risco à saúde. 💉É chegado o dia de vacinação. O cidadão toma a primeira dose e, por medo, esquecimento, preguiça ou qualquer motivo que seja, não retorna para completar a imunização. Estamos diante do abandono vacinal, que já dobrou na útima década na região de São João da Boa Vista. 📈

🐑🐑🐑O abandono vacinal faz aumentar um indicador importante para a imunização de rebanho: a cobertura vacinal, ou seja, quantas pessoas que podem vacinar e realmente se vacinaram. 😕O saldo regional é o menor em 26 anos: apenas metade de quem pode se vacinar realmente foi ao posto de saúde.
🧭O cenário mais grave é o da cidade de Itobi, que fica ao sul de São José do Rio Pardo. 💉💉❌❌❌A cidadezinha de 8.046 pessoas tem menos de 40% (36,65%) da população elegível vacinada, isso levando em conta que, em 2022, a taxa era de 56,58%.

🗺🧭Comparando, vemos que Mococa é a quarta cidade com maior taxa de abandono vacinal, ranking em que Itobi lidera, com 56,25%, e Espirito Santo do Pinhal dá exemplo, com 13,97% de abandono.

🔎A sede de nossa regional também não mostra bons índices: São João tem a menor cobertura vacinal até o momento (34,59%). 👍🏽👍🏽👍🏽👍🏽👎🏽Aqui, o bom exemplo é em Águas da Prata, onde cerca de 4 em cada 5 pessoas que podem se vacinar realmente se vacinaram.

- O que causa a queda nas vacinações?
🤥Principalmente a desinformação. Teorias da conspiração que alegam que vacinas causam doenças ou são utilizadas para manipulação desencorajam cidadãos. O movimento anti-vacinas já foi apontado pelas Nações Unidas como comparável ao terrorismo em termos de risco ao futuro da humanidade. Segundo o Ministério da Saúde, 18% das pessoas relatam ter medo de reações às vacinas, e 14% afirmam que imunizantes para doenças que não existem mais são desnecessárias.
⚔A guerra contra a saúde já traz seus prejuízos: doenças como o sarampo, a varíola e a poliomielite passam a entrar no radar de epidemiologistas. No caso do sarampo, a erradicação durou apenas dois anos. Em 2018, o vírus acabou voltando a circular.

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